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Irã rejeita diálogo com EUA e mantém ofensiva em meio à escalada de tensões

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O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou neste domingo (1º) que o país não pretende abrir բանակցiações com os Estados Unidos, mesmo diante do aumento das tensões no Oriente Médio. A declaração ocorre após o presidente americano, Donald Trump, sugerir que autoridades iranianas estariam dispostas ao diálogo.

A resposta oficial de Teerã foi categórica. “Não negociaremos com os Estados Unidos”, afirmou Larijani, reforçando a postura de resistência adotada pelo governo iraniano em meio à troca de ataques na região.

Críticas a Trump e defesa das ações militares

Durante o pronunciamento, Larijani criticou duramente Trump, acusando-o de priorizar interesses de Israel em detrimento dos próprios cidadãos americanos. Segundo ele, o slogan “América Primeiro” teria sido transformado em “Israel Primeiro”.

“Com suas ações delirantes, ele transformou seu slogan ‘América Primeiro’ em ‘Israel Primeiro’ e sacrificou soldados americanos pelas ambições de poder de Israel. Com novas fabricações, está mais uma vez impondo o custo de assassinar seu próprio caráter aos soldados e famílias americanas”, declarou.

O secretário também defendeu que o Irã age em legítima defesa. “Hoje, a nação iraniana está se defendendo. As forças armadas do Irã não iniciaram a agressão”, afirmou.

Impasse diplomático

A fala reforça o endurecimento do discurso iraniano e amplia o impasse diplomático entre Teerã, Washington e Israel. A escalada ocorre em um momento de crescente instabilidade regional, com troca de acusações e ações militares que elevam o risco de um conflito de maiores proporções no Oriente Médio.

Até o momento, a Casa Branca não comentou oficialmente as declarações de Larijani.

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